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Clã Bolsonaro Empregou 102 pessoas com laços Familiares? NÃO É BEM ASSIM!

Imagem: Reprodução.

Reportagem veiculada pelo Jornal O Globo, e reproduzida pelo Portal G1, ambos pertencentes ao grupo Globo vieram com as manchetes:

“Em 28 anos Clã Bolsonaro nomeou 102 pessoas com Laços Familiares – O Globo”.

“Clã Bolsonaro nomeou 102 pessoas com laços familiares, diz levantamento de O Globo – Portal G1”

Nossa equipe foi investigar e as manchetes são enganosas e induzem o leitor à uma compreensão errônea da matéria, esse tipo de manchete é vulgarmente conhecida como Clickbait, ou Caça cliques, e é comum em veículos de comunicação conhecidos por espalhar Fake-News

Desta forma, NÃO É BEM ASSIM!

Vamos ao que descobrimos:
– Diferente do que as manchetes induzem o leitor a pensar, não foram 102 parentes de Bolsonaro empregados nos gabinetes dele e dos filhos, esse número foi inflado pelo Jornal O Globo adicionando funcionários que possuem parentescos entre si, mas nenhum parentesco com os parlamentares ou chefes (essa informação só aparece no corpo das notícias), algo que não é classificado como nepotismo na legislação Brasileira.

Uma informação divulgada na manchete do O Globo, mas que o G1 ocultou na manchete é que esse número está dividido ao longo de 28 anos de carreira política e entre os 4 então parlamentares, ou seja, 102/4 = 25,5, sendo que 25,5/28 = 0,910, menos de um funcionário por ano por parlamentar em média.

Outra informação importante é que não existe nenhum processo contra Jair Bolsonaro ou seus filhos por Nepotismo, isso significa que nenhum parente da família Bolsonaro foi empregado em seus gabinetes depois do ano 2007, além do mais, o Ministério Público Federal está sempre de olho no Diário Oficial da União, de forma que ninguém mais pode cometer Nepotismo sem ser descoberto nas primeiras 5 horas, independente da ideologia ou partido do político em questão.

Sobre Vários assessores não possuírem crachá da câmara e “nunca terem pisado lá”, existem dois tipos de assessores: Os que trabalham no gabinete, e os que acompanham o parlamentar ou trabalham no escritório de apoio, que fica na cidade do parlamentar ou na capital do estado que o parlamentar representa (em casos de deputados estaduais e federais respectivamente), e o mais provável é que esses assessores nunca precisem ir à câmara, já que cumprem expediente externo, sendo o resumo de ponto de responsabilidade do parlamentar, imagine se um assessor parlamentar que cumpre expediente em um escritório em Rio Branco tivesse que ir todos os dias de avião à Brasilia só para colocar o polegar no ponto eletrônico, os gastos estratosféricos que o poder legislativo teria com passagens aéreas, e os prejuízos salariais para os assessores toda vez que um vôo atrasasse, seria completamente inviável!

É decepcionante ver como no Brasil, os veículos de comunicação são usados como plataforma política, mesmo os grandes veículos de comunicação, que deveriam manter a imparcialidade, sempre que podem, fazem esse jornalismo estilo boca de lixeira digno dos tabloides mais sensacionalistas.

Moral da História: Não é porque um jornal é grande que ele falará sempre a verdade!

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